Alerta à importância do aleitamento materno

 C:\Users\Utilizador\Desktop\images.jpg   Alerta à importância do aleitamento materno 

 

 

 

Segundo o Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS), 2020 os meses de vida intra-uterina e os primeiros anos de vida de uma criança vão determinar, em parte, a sua carga de doença ao longo da sua vida adulta. 

É consensual, quer por parte das comissões de nutrição (ESPGHAN, 2017; Comissão de Nutrição da SPP, 2012) quer pela OMS (WHO, 2009), que o lactente pode ser exclusivamente amamentado durante os primeiros 6 meses de idade, devendo a amamentação manter-se a par da diversificação alimentar e durante a introdução na dieta familiar, ou seja, até aos 12-24 meses. Durante o primeiro semestre de vida, caso o leite materno se torne insuficiente, a alimentação deve continuar a ser exclusivamente láctea, devendo utilizar-se, em complementaridade ou em alternativa, fórmulas infantis, cuja composição é concebida para se aproximar à do leite humano (Hojsak, 2018). Importa referir que o aleitamento materno, mesmo que parcial ou em período menor que o desejável, mantém um efeito benéfico quando comparado com a alimentação exclusiva com fórmula infantil. 

Concluindo O alimento ideal para o recém-nascido e lactente (criança até aos 12 meses de idade), é o leite materno, sendo recomendável o aleitamento materno exclusivo durante os primeiros 6 meses de vida. 

É ainda desejável que o aleitamento materno prossiga durante o processo de diversificação alimentar, ou seja, durante a introdução de novos alimentos sólidos, desde que possível e desejado pela mãe e bebé. 

UCC Colina